Home Negócios e Economia LIVRE-SE DAS AMARDILHAS DO CARTÃO DE CRÉDITO.

Acesso



Receba por email

Informe seu email para

receber os artigos:

LIVRE-SE DAS AMARDILHAS DO CARTÃO DE CRÉDITO. PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 4
PiorMelhor 
Escrito por Agência American News   
Sex, 18 de Junho de 2010 16:45

 

Possíveis Soluções para resolver dívidas no Cartão de Crédito


Uma das dicas, neste caso, é dar um basta!
Parar de pagar o mínimo, cancelar e quebrar o cartão (rescindir o contrato). 

Deve-se informar a administradora do cartão que se está rescindindo o contrato, pois não há mais interesse no crédito fornecido, assim  os juros aplicados não são mais aqueles da fatura, que são os "juros remuneratórios", mas sim os "juros de mora", que são fixados em 1% ao mês pelo Novo Código Civil, além da correção monetária, que normalmente é corrigida pelo IGP-M.

Para tanto é necessário protocolar um pedido de "rescisão de contrato", no qual deverá constar o nome completo, CPF, o número do cartão, data e assinatura e deverá ter o recebido da empresa com a data.

Em caso de negativa no recebimento enviar uma carta com aviso de recebimento (AR), é só pedir nos correios que eles fornecem, e na parte "assunto", você deverá fazer constar o seu CPF e que se trata de "rescisão do contrato de crédito através do cartão nº....".

 Após tente negociar o pagamento do saldo devedor com um bom desconto.

Quando a dívida não é em valor muito alto pode-se cogitar a retirada de um empréstimo diretamente com o Banco no qual o usuário tem conta, o qual tem taxas de juros bem inferiores as do cartão.

Outra saída é vender um bem (automóvel, motocicleta, etc) e quitar a dívida antes que ela comece a crescer e se torne impagável.

Não tire um empréstimo para pagar suas dívidas, a não ser que a taxa de juros seja inferior a que você está pagando. Mesmo assim, verifique se a parcela caberá "com folga" em seu orçamento.

Porém, se a dívida já se encontra em valor impagável em decorrência do fato de que o usuário estar pagando há meses somente o valor mínimo, com a incidência de juros abusivos, a única saída é buscar a Justiça para revisar o contrato, limitando os juros, multas e outros encargos cobrados a patamares econômica e socialmente aceitáveis, trazendo-se como parâmetro para demonstrar a abusividade dos juros cobrados a taxa média de mercado.