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Empresas lutam para evitar falência. PDF Imprimir E-mail
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Seg, 02 de Fevereiro de 2009 10:19

O instituo da recuperação de empresas evita a falência e viabiliza o pagamento das dívidas de forma negociada.

Conforme mostra a reportagem de Bruno Rosa publicada na edição do GLOBO deste domingo, a crise financeira global fez subir o número de empresas que, sem crédito, recorreram à Justiça para evitar a falência.

Os pedidos de RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS mais que quadruplicou em janeiro deste ano em relação ao mesmo mês de 2008 e ainda é maior que o registrado no fim do ano passado.

Segundo Márcia Cunha, juíza da 2ª Vara Empresarial do Rio, como os empresários levam tempo para procurar a Justiça e a lei é nova, o número de pedidos de recuperação judicial vai continuar aumentando e deve dobrar em 2009. A falta de crédito no mercado é apontada como o principal motivo para isso. Apesar do crescimento no Brasil, o movimento é considerado pequeno se comparado a países como Estados Unidos. Desde que a crise se agravou, em setembro de 2008, alguns tribunais americanos chegaram a entrar com mil pedidos de recuperação por mês.

A legislação contempla dois procedimentos para recuperação das empresas, o procedimento judicial e o extrajudicial afirma João-Francisco Rogowski, Advogado e Consultor de Empresas.

Segundo o especialista, em ambas as hipóteses os credores são convocados e reunidos constituindo a Assembléia de credores perante a qual é apresentado o plano de recuperação da empresa que, se aprovado, ainda que por maioria de votos, vincula e obriga a totalidade dos credores, ou seja, até mesmo a minoria que não concordou com plano.

“O instituo da recuperação de empresas é muito salutar, pois, evita a falência, viabiliza o pagamento das dívidas de forma negociada, prioriza o aspecto social de evitar o desemprego e preservar o empreendedorismo e a livre iniciativa”, afirma Rogowski.

(Fonte: www.canaleletronico.net)

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