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Falta de navios e de contêineres ameaça o Natal. PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Canal Eletrônico   
Ter, 23 de Setembro de 2008 22:52

Tem mais produto do que frota para fazer o transporte. Problema atinge os maiores mercados exportadores do mundo.

 

 

A renda cresceu e o consumo do brasileiro também. O mundo ainda está comprando mais. Por enquanto, a crise financeira não chegou ao bolso dos consumidores. Para o Natal, não faltam planos. Difícil vai ser atender a tantos pedidos. Faltam navios e contêineres no Brasil e no exterior.

 


 

O galpão estaria cheio se não fosse o atraso na entrega dos pneus, importados da China. Ao todo, 150 mil pneus que deveriam ter chegado em julho ainda não foram embarcados. Quem comprou agora vai ter que se conformar com a espera.

“Acho que serão 75 dias de espera, na melhor das hipóteses”, calcula o diretor de uma importadora de pneus, Ozil Coelho Neto.

Quando não falta contêiner, falta navio. Tem mais produto do que frota para fazer o transporte. O problema atinge os maiores mercados exportadores do mundo: Estados Unidos, Europa e China. A fila de espera é grande.

“As empresas que têm hoje os maiores contratos são as que têm a preferência hoje para embarque com os armadores”, disse o agente de cargas Rafael Freitas.

O comércio mundial cresceu acima das expectativas. No Brasil, por exemplo, as importações deram um salto: aumento de quase 60% comparado ao ano passado. Só da China o Brasil comprou 85% a mais.

Até dezembro, deve chegar um volume ainda maior de produtos importados para abastecer o comércio no fim do ano. A preocupação é com os prazos: existe o risco de algumas mercadorias só serem entregues depois do Natal.

Uma empresa de lâmpadas, que depende da importação da China, improvisou para reduzir os prejuízos. Os pedidos vêm em contêineres que transportam carne para o Oriente e que costumavam voltar vazios para o Brasil. Mesmo assim, o atraso tem sido de 15 dias.


(FONTE: G1)

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