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A arte de dizer não. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Gustavo Rocha   
Sex, 20 de Abril de 2012 14:28

 

Dizer não parece simples, fácil e até mesmo arrogante. Contudo, para muitas pessoas é uma dificuldade dizer não.

Muitas vezes, dizer não é uma arte.

Como assim?

Você não precisa dizer não o tempo todo, mas escolher a situação correta para dizer não. Muitas vezes, o silêncio, optar por outra alternativa diz a mesma coisa que o não, sem que o não precise ser dito expressamente.

Infelizmente no Brasil temos o péssimo hábito de achar que dizer não é o fim de tudo, que tudo está perdido, que nada vai mudar, enfim, que o mundo acabou. Traços de um povo que gosta da teoria do coitadinho, ou seja, quem trabalha e vence na vida não pode ser honesto. Um absurdo ao meu ver, mas seguimos com o raciocínio...

Quando vier um não na sua vida, pense, repense, tente achar o porque daquele não. Nem sempre estamos preparados para o sucesso. Nem sempre estamos preparados para coisas novas e claro, as vezes quem está tendo que oportunizar isto pode não estar preparado.

O mais importante disto: Um não, literalmente não significa que tudo acabou.

Significa que para aquela pessoa, naquele momento não é possível ou viável. Claro, como já cantou o kid abelha, muitas vezes dizer não quer dizer sim, mas isto é outra estória.

Um ponto muito importante ligado ao não está no fato de que muitas pessoas não sabem dizer não, quando deveriam efetivamente dizer não.

Dizer a verdade, dizer um não quando realmente não pode fazer um trabalho, dizer um não quando aquela tarefa irá atrapalhar tudo que você está fazendo pode ser a melhor alternativa e um sinal de maturidade profissional.

O não deve ser visto como simplesmente e unicamente um não.

Dizer não, não quer dizer que você não gosta daquela pessoa, que esta pessoa não presta, que o trabalho dela é mais ou menos importante que o seu, que o mundo vai acabar. Quer apenas dizer: não.

Muitas pessoas não pensam assim e levam um não as últimas consequencias, tentam encontrar agulhas em palheiro como se isto fosse fazer do não um sim. Mas, não vai.

O não é um não porque deve ser um não. Aliás, um não pode e é muito educativo. Nos leva sempre a uma reflexão acompanhada de um porque. É uma excelente oportunidade de ver o mundo de forma diferente e mais, de concluir se realmente o não foi algo que vale a pena para o seu crescimento ou se quem o disse ainda não está preparado para dize-lo.

O não é uma arte, não é mesmo? Ou você não acha?

______________________________________________

Artigo escrito por Gustavo Rocha - Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Você pode copiar, distribuir e exibir esta obra, desde que  seja dado crédito ao autor original e citada a fonte de consulta. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

 

Como citar este artigo:

ROCHA, Gustavo. A arte de dizer não. Canal Eletrônico. Disponível em http://www.canaleletronico.net/index.php?view=article&id=548.  Acesso em:__/__/__.

 

 

Atualizado em Sex, 20 de Abril de 2012 14:41
 
Estado de Connecticut é o 16° estado a abolir a pena de morte nos EUA. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Agência American News   
Sex, 13 de Abril de 2012 01:39

 

A Câmara dos Representantes do Connecticut votou nesta quinta-feira pela abolição da pena de morte neste estado norte-americano, que assim se juntará a outros 16 estados dos EUA onde não é aplicada a pena capital.

Os deputados do parlamento estadual do Connecticut decidiram, por 86 votos contra 62, e após mais de nove horas de debate, abolir a pena de morte, decisão que também já tinha sido aprovada pelo Senado, a 5 de Abril. Agora, para a legislação entrar em vigor, falta apenas a assinatura do governador democrata Dannell Malloy.

“Estou muito contente com o facto de o Parlamento ter aprovado este projecto de lei, e vou assiná-lo logo que chegue à minha secretária”, disse Malloy em comunicado. Quando isso acontecer, nos próximos dias, “o Connecticut juntar-se-á a 16 outros estados e a quase todos os países industrializados naquela que penso ser a melhor política”, adiantou o governador.

No Connecticut a pena de morte foi aplicada uma vez nos últimos 52 anos. Desde 2007 houve quatro outros estados norte-americanos – Illinois, Nova Jérsia, Novo México e Nova Iorque – que aboliram a pena de morte, uma questão que também será votada em Novembro pelos eleitores da Califórnia.

Desde que a pena de morte foi reintroduzida pelo Supremo Tribunal dos EUA, em 1976, já foram executadas 1289 pessoas, segundo o Centro de Informação sobre a Pena de Morte. Há actualmente 3199 pessoas nos corredores da morte.

Em 2011 foram decretadas 78 sentenças de morte nos EUA, segundo um relatório divulgado em Março pela Amnistia Internacional. Houve 43 execuções, menos três do que no ano anterior.

Fonte: Canal Eletrônico a partir de  www.público.pt

 

 

 

 

Atualizado em Sex, 13 de Abril de 2012 02:02
 
Igreja quer a volta dos crucifixos. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Canal Eletrônico   
Seg, 02 de Abril de 2012 21:08

A Mitra Arquidiocesana de Passo Fundo e o ex-prefeito da mesma cidade Fernando da Silva Machado Carrion entraram no dia 29/03/2012, no Conselho Nacional de Justiça, com um pedido de "declaração de nulidade do ato administrativo do Conselho da Magistratura do RS que mandou retirar os crucifixos e símbolos das dependências do Poder Judiciário do RS".

Sugerindo que o ato do CM gaúcho possa estar sendo "uma sinistra orquestra de ateus", a petição sustenta que "a presença do crucifixo nas salas do Poder Judiciário, não privilegia nenhuma corrente religiosa e não atenta à laicidade do Estado, porque o Cristo serve, sobretudo, como símbolo de justiça".

O expediente - ainda sem relator sorteado - é assinado por três advogados de uma mesma família: Irineu Gehlen, Eunice Kurek Gehlen e Cristiane Gehlen Klaus.

Leia a íntegra da petição, clique aqui.

Fonte: Espaço Vital.

 

Atualizado em Seg, 02 de Abril de 2012 21:13
 
O primeiro veredicto do Tribunal Penal Internacional PDF Imprimir E-mail
Escrito por Canal Eletrônico   
Qui, 15 de Março de 2012 23:30

 

Dez anos depois de ter sido criado pelo Tratado de Roma, o Tribunal Penal Internacional (TPI), sediado em Haia, entregou nessa quarta-feira seu primeiro veredicto, ao condenar o congolês Thomas Lubanga Dyilo culpado por recrutar crianças-soldado, em uma decisão histórica saudada por funcionários das Nações Unidas como um passo importante na luta contra a impunidade. Mas para o jurista Francisco Rezek, ex-juiz da Corte de Haia e ex-ministro brasileiro das Relações Exteriores, apenas os países considerados periféricos são visados pela instituição, e o fato de um africano ocupar o banco dos réus neste primeiro veredicto é sintomático dos limites do TPI.

O veredicto é o primeiro a ser emitido pelo TPI, o primeiro tribunal internacional permanente criado para julgar indivíduos por genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão, desde que foi criado há mais de uma década.

A câmara de julgamento do Tribunal declarou Thomas Lubanga Dyilo culpado pelos crimes de guerra e de recrutamento e alistamento de crianças menores de 15 anos para as Forças Patrióticas para a Libertação do Congo. Elas foram usadas nas hostilidades em Ituri, nordeste da República Democrática do Congo (RDC) entre setembro de 2002 e agosto de 2003.

A Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos Navi Pillay disse que a decisão é “um passo à frente” para a justiça internacional. “Por muitos anos, e em uma base diária, temos documentação de violações graves de direitos humanos do tipo perpetrado por Lubanga contra o povo da República Democrática do Congo”, disse ela. “O veredicto de Lubanga envia um sinal forte contra a impunidade de tais violações graves do direito internacional que vão reverberar muito além do Congo”.

Fonte: Canal Eletrônico com informações direto da ONU.

 

 

 

 

Atualizado em Qui, 15 de Março de 2012 23:37
 
Tribunal Gaúcho atende pedido de lésbicas e retira crucifixos de prédios. PDF Imprimir E-mail
Escrito por Canal Eletrônico   
Ter, 06 de Março de 2012 23:12

Determinada a retirada dos crucifixos 
dos prédios da Justiça gaúcha

Na primeira sessão do ano do Conselho da Magistratura do TJRS, realizada nesta terça-feira (6/3), foi acatado o pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais sobre a retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha. A decisão foi unânime.


(imagem meramente ilustrativa)

Atualizado em Qui, 08 de Março de 2012 12:59
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